Paraçatu aparece no corpus como o ponto de partida do Capitão Antônio Bueno de Azevedo, que “saiu de Paraçatu, nos meados de 1746, com um troço de homens, em procura de novas terras” — expedição que resultou na fundação de Luziânia (GO) em 13 de dezembro daquele ano (CM-0034, p. 2). A menção é breve e situa a cidade como zona de mineração consolidada em meados do século XVIII, de onde partiam expedições de prospecção rumo ao interior de Goiás durante o ciclo do ouro colonial.
Paraçatu situa-se no noroeste de Minas Gerais, próxima à divisa com Goiás — posição estratégica que a tornou base de partida para a expansão mineradora rumo ao oeste no século XVIII. O município integra a bacia do Rio São Francisco e está a aproximadamente 220 km de Brasília.
O corpus registra Paraçatu exclusivamente como origem de Bueno de Azevedo em 1746 — um dado que atesta a posição da cidade como centro minerador já estabelecido na primeira metade do século XVIII, capaz de fornecer homens e recursos para expedições de prospecção em territórios ainda não colonizados de Goiás (CM-0034, p. 2, parágrafo 1).
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0034 |
[s.d.] | p. 2 | ponto de partida — cidade de onde Bueno de Azevedo partiu em 1746 | análise |
CM-0034 - 0001_f.txt a CM-0034 - 0002_f.txt (2 páginas) — Artigo histórico sobre Luziânia mencionando Paraçatu como ponto de partida. 2.° CADERNO, [jornal não identificado], [s.d.], p. 2. Acervo Cildo F. S. Meireles.