O Ministério da Guerra aparece no corpus em dois contextos distintos: como emissor de certidão militar no processo documental de Cildo F. S. Meireles — via sua 7ª Região Militar / IV Exército, com sede em Pernambuco — e como detentor de jurisdição sobre parcelas significativas de terras federais, conforme levantamento da SUPRA em novembro de 1963 (CM-0031, p. 2; CM-0082, p. 1).
A página 2 do documento CM-0031 traz fragmento de certidão do Ministério da Guerra — “MINISTÉRIO DA GUERRA IV EXÉRCITO / 7ª REGIÃO MILITAR / CERTIDÃO” — cujo conteúdo está essencialmente ilegível por degradação severa do OCR (CM-0031, p. 2). A 7ª Região Militar, com jurisdição sobre PE, AL, PB e RN, coincide com o período em que Cildo F. S. Meireles atuava em Pernambuco após sua transferência de 1935.
Levantamento da SUPRA divulgado em novembro de 1963 identificou as seguintes áreas sob jurisdição do Ministério da Guerra como parte das terras da União:
Essas áreas somavam c. 73.556 ha, parte dos 94% das terras federais com localização conhecida.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0031 |
[s.d.] | p. 2 | IV Exército / 7ª Região Militar — certidão militar de Cildo (OCR ilegível) | análise |
CM-0082 |
1963-11-11 | p. 1 | jurisdição sobre 64.060 ha (RS, fronteira) + 2.000 ha (PA) + 4.979 ha (PR) + 2.517 ha (MG) — terras da União listadas pela SUPRA | análise |
CM-0099 |
1963-10-16 | p. 3 | proposto como parceiro em convênio com o SPI para assistência indigenista (ponto 5 do Esboço de Programa de Velloso) | análise |
CM-0102 |
1963-10-16 | p. 3 | segunda cópia — mesmo ponto 5 sobre convênio com o SPI | análise |
CM-0121 |
[s.d.] | parágrafo 1 | Cildo F. S. Meireles transferido do MTb para o Ministério da Guerra pelo Decreto de 31/8/1939; serviu na S.I.R. da 7ª R.M. (Recife) de 3/10/1939 a 31/12/1939 como “escrivaniario classe 6ª” | análise |
CM-0125 |
1963-07-06 | p. 1 | General Jair Dantas Ribeiro como Ministro da Guerra; emitiu proclamação de disciplina; prendeu 21 oficiais; “Com os olhos voltados para o espírito de tolerância de CAXIAS e o pulso de ferro de FLORIANO” | análise |