Resumo

Evento científico realizado no Rio de Janeiro em 1953 que produziu, entre outros resultados, uma proposta de grafia padronizada para os nomes tribais (etnônimos) dos povos indígenas brasileiros. A proposta foi publicada em Revista de Antropologia, vol. 2, n.º 2, dezembro de 1954 (CM-0143, p. 1, nota **). O corpus registra a reunião exclusivamente nesse contexto normativo — como referência à autoridade de padronização ortográfica para etnônimos.

Como aparece no corpus

A nota editorial () do artigo de Heinrichs (CM-0143) cita a reunião para justificar o uso de “Mura-Pirahã ou Múra-Pirahã” como grafia do povo estudado: “segundo a grafia dos nomes tribais proposta pela 1.ª Reunião Brasileira de Anthropologia (Rio de Janeiro, 1953) e publicada em Revista de Antropologia, Vol. 2, n.º 2 (dezembro, 1954)” (CM-0143, p. 1). A mesma convenção é invocada em CM-0141 para a grafia dos Máku e Xirianá (CM-0141, p. 1, nota 1).

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Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0143 1964-05-29 p. 1 (nota **) fonte normativa para grafia dos etnônimos; publicada em Revista de Antropologia vol. 2, n.º 2 (1954) análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0143_pagina_001.md — HEINRICHS, Arlo L. “Os Fonemas do Mura-Pirahã”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nova Série, Antropologia N.º 21. Belém: CNPq/INPA/MPEG, 29 mai. 1964. Acervo Cildo F. S. Meireles.