Resumo

Os Apiaká do vale do Rio Tapajós são apresentados em CM-0140 como “extintos como grupo autônomo” (dados oficiais e Darcy Ribeiro, 1957). Na época da pesquisa de Las-Casas (1959/60), “existem algumas dezenas dêles distribuídos entre o Pôsto indígena, a missão franciscana e integrados no seringal”. Las-Casas registra também “versões não confirmadas” de que existiriam Apiaká isolados na área (CM-0140, p. 7).

Os dados oficiais e José Maria da Gama Malcher (1958) os confirmam como existentes em número mínimo, dispersos pelas três unidades da área (CM-0140, p. 7, nota 6). A estimativa populacional no Quadro I de Las-Casas é “?” — sem dados confiáveis (CM-0140, p. 9).

A pesquisar
Distinção precisa entre os Apiaká do Tapajós e o grupo homônimo citado por Koch-Grünberg (1902) para os Txikão do Alto Xingu. São grupos distintos; a coincidência de nomes é armadilha etnográfica. Filição linguística dos Apiaká do Tapajós não especificada por Las-Casas.

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0140 1964-10 p. 7, 9 extintos como grupo autônomo; algumas dezenas dispersas; estimativa “?” análise
CM-0144 1964-10 p. 7, 9 mesma análise; segunda cópia no acervo análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0140_pagina_007.md e CM-0140_pagina_009.md (source_md_only) — LAS-CASAS, Roberto Décio de. “Índios e Brasileiros no Vale do Rio Tapajós”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, N.º 23. Belém, 1964-10.