Rio do estado do Pará, afluente do Amazonas, cujo vale é habitado “desde tempo imemorial” pelos Munduruku (CM-0041_f, p. 1). No corpus, o Tapajós (grafado “TAPAJOZ” e, por erro de OCR, “TAFAJOZ”) é a região onde o SPI mantinha o Posto Indígena Cururu, unidade responsável pela assistência aos Munduruku.
O documento situa o Rio Tapajós no Pará e o descreve como um dos dois vales — junto com o Rio Madeira — que compõem o território Munduruku no Baixo Amazonas (CM-0041_f, p. 1). O PI Cururu localizava-se no rio homônimo, afluente ou sub-bacia do Tapajós. A região é área de ocupação tradicional Munduruku e foi palco da atuação do SPI por meio desse posto.
O Tapajós é referido como território Munduruku sob jurisdição da Inspetoria Regional do Pará, com os indígenas “assistidos pelo P.I. localizado no Estado do Pará, rio Cururu” (CM-0041_f, p. 1). O documento menciona que os Munduruku “possuem terras cedidas pelo Governo” (CM-0041_f, p. 1), sugerindo reconhecimento estatal da ocupação no vale do Tapajós.
Nenhum evento documentado no corpus.
Nenhuma pessoa nominalmente associada ao Rio Tapajós no documento.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0041_f |
[s.d.] | p. 1 | vale habitado pelos Munduruku; localização do PI Cururu | análise |
CM-0140 |
1964-10 | p. 1-2, 6-9, 19-29, 33 | área central do estudo de Las-Casas (1959/60); alto curso com Mundurukú, Caiabí, Apiaká; incursões Kayapó na margem direita (1941-1956); mapa do vale na p. 33 | análise |
CM-0144 |
1964-10 | p. 1-2, 6-9, 20-29 | mesma análise; segunda cópia no acervo | análise |