Os Araras do Rio Jamaxim são citados em CM-0140 como grupo “supostamente extinto” que habitava o afluente ocidental do Tapajós. Darcy Ribeiro (1957) já os listava como grupo na área do Jamaxim. Las-Casas registra que depoimentos locais afirmam que “ainda existem” (CM-0140, p. 9).
O artigo ressalva que, apesar do nome idêntico ao de um grupo linguístico Karib, os Araras do Jamaxim têm “filiação lingüística desconhecida”. São descritos como isolados, de “grande mobilidade e não menor agressividade” — mas sem “evidências de contatos hostis recentes” na época da pesquisa (CM-0140, p. 9, nota 12). O mapa na p. 33 os marca na região do Jamaxim.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0140 |
1964-10 | p. 9, 33 | supostamente extintos; depoimentos afirmam existência no Jamaxim; filiação linguística desconhecida; isolados e móveis | análise |
CM-0144 |
1964-10 | p. 9 | mesma análise; segunda cópia no acervo | análise |
CM-0140_pagina_033.md (source_md_only) — LAS-CASAS, Roberto Décio de. “Índios e Brasileiros no Vale do Rio Tapajós”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, N.º 23. Belém, 1964-10.