Povo Jê do Alto Xingu, documentado no corpus pelo artigo de Galvão e Simões (1965) como grupo “marginal” do Alto Xingu — externo à “província etnográfica” dos formadores do Xingu, localizado no rio Xingu entre a foz do Suiá-missu e a cachoeira von Martius. Os Suyá foram “atraídos e pacificados” pelos irmãos Claudio e Orlando Vilas-Boas em 1959, através da Expedição Roncador-Xingu (CM-0139, p. 2).
Localizados no rio Xingu entre a foz do Suiá-missu e a cachoeira von Martius, junto ao Posto Diauarum (CM-0139, p. 2, 20). Os Suyá foram informantes dos exploradores do século XIX — em 1884, “falaram os Suyá a Steinen sôbre os ‘Cuiaaús’ do rio Ronuro” (CM-0139, p. 22). No passado, segundo memória tribal alto-xinguana, teriam expulsado os Yarumá de seu território (CM-0139, p. 19).
“Atração e pacificação” pela Expedição Roncador-Xingu (FBC) em 1959 (CM-0139, p. 2). Os Suyá são citados como informantes sobre grupos desconhecidos na região — “Uaí-kran — grupo desconhecido que os Suyá apontam como habitando o alto curso do Suiá-missu” (CM-0139, p. 3).
O documento não menciona Cildo F. S. Meireles em relação aos Suyá.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0139 |
1965-02 | p. 2-3, 19, 22 | grupo marginal do Alto Xingu; pacificado 1959; informante histórico | análise |
CM-0139_pagina_001.md a CM-0139_pagina_055.md (55 páginas, transcrição limpa — sem TXT) — GALVÃO, Eduardo; SIMÕES, Mário F. “Notícia Sôbre os Índios Txikão — Alto Xingu”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nova Série, Antropologia N.º 24. Belém: INPA/CNPq, fevereiro 1965. Acervo Cildo F. S. Meireles.