Rio do Território Federal de Roraima, habitat histórico dos Máku do alto curso e afluentes. O artigo de Migliazza (1965) descreve o Uraricuera como o eixo geográfico das últimas duas décadas de presença autóctone Máku: da aldeia da cachoeira Kulekuleima (destruída c. 1930) ao último aldeamento do furo Maracá (c. 1932-c. 1940). Em março de 1964, os informantes principais, Sinfrônio e Maria, trabalhavam na fazenda Boa Esperança, nas proximidades da ilha Maracá, à margem do Uraricuera. (CM-0141, p. 1-2)
Em CM-0142, o Uraricuera aparece como referência geográfica no mapa dos grupos locais Xirianá (p. 20), indicado junto com o Rio Puru, Ilha Maracá, Rio Mucajaí e Boa Vista no Território de Roraima. O mapa distingue o Uraricuera do rio Uraricaá — rio menor, afluente, que dá nome ao bando Xirianá estudado por Migliazza.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0141 |
1965-03 | p. 1-4, passim | habitat histórico dos Máku; cenário da pesquisa de campo | análise |
CM-0142 |
1964-06-30 | p. 20 (mapa) | referência geográfica no mapa dos grupos Xirianá | análise |
CM-0141_pagina_001.md a CM-0141_pagina_019.md (19 páginas, transcrição limpa — sem TXT) — MIGLIAZZA, Ernesto. “Fonologia Máku”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nova Série, Antropologia N.º 25. Belém: MPEG/CNPq/INPA, março 1965. Acervo Cildo F. S. Meireles.CM-0142_pagina_001.md a CM-0142_pagina_024.md (24 páginas, transcrição limpa — sem TXT) — MIGLIAZZA, Ernesto. “Notas Sôbre a Organização Social dos Xiriâna do Rio Uraricaá”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nova Série, Antropologia N.º 22. Belém: CNPq/INPA/MPEG, 30 jun. 1964. Acervo Cildo F. S. Meireles.