Nascimento[s.d.]
Morte[s.d.]
Nacionalidadeportuguesa

Resumo

Capitão General das capitanias de Mato Grosso e Cuiabá em 1791. Recebeu em Villa-Bella os chefes João Queima de Albuquerque e Paulo Joaquim José Ferreira da nação Guaycurú para a celebração do Termo de paz, em agosto de 1791. Em 30 de julho de 1791, emitiu a Carta Patente que reconhecia os chefes Guaycurú e seus descendentes como vassalos de Sua Majestade Fidelíssima, sob proteção perpétua da Coroa (CM-0060, p. 16-17). Era irmão e sucessor de Luiz de Albuquerque no cargo de Capitão General (CM-0060, p. 18).

Trajetória

Capitão General de Mato Grosso e Cuiabá (c. 1790-1795)

Seu governo em Villa-Bella marcou a formalização da aliança Guaycurú-portuguesa. Ordenou ao commandante do Presídio de Nova Coimbra, Joaquim José Ferreira, que distribuísse donativos pelos Guaycurú e preparasse o terreno para a paz. Recebeu os chefes com “esplêndido banquete” e contribuiu de sua própria fazenda para as dádivas à nação Guaycurú (CM-0060, p. 18). A cidade de Cáceres, no atual Mato Grosso, leva seu nome.

Atuação principal

  • 1791 — recebeu os chefes Guaycurú em Villa-Bella; celebrou o Termo de paz (agosto de 1791); emitiu Carta Patente reconhecendo vassalagem (30/7/1791).

Páginas relacionadas

A pesquisar
Datas exatas do mandato como Capitão General. Relação familiar com Luiz de Albuquerque (irmão/predecessor). A cidade de Cáceres (MT) confirma a homenagem ao personagem.

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0060 [c. 1958] p. 16-18 Capitão General; emitiu Carta Patente de vassalagem Guaycurú (1791) — autoridade análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0060 - 0016_f.txt a CM-0060 - 0018_f.txt (p. 16-18) — [s.a.]. Dossier sobre terras indígenas. [s.l.], [c. 1958]. Acervo Cildo F. S. Meireles.