Povo mencionado no corpus pelo artigo de Galvão e Simões (1965) como um dos grupos que emigrou para a região do Alto Xingu — “originários da foz do Xingu” — e foi “atraído e pacificado” pela Expedição Roncador-Xingu em 1948 (CM-0139, p. 2, 20). Após o contato, fixaram-se no rio Xingu entre a foz do Suiá-missu e a cachoeira von Martius, nas proximidades do Posto Diauarum (CM-0139, p. 2, 20).
Os Jurúna são também fontes de informação sobre grupos desconhecidos: “Takuxihái — grupo arredio indicado pelos Jurúna como morador de uma lagoa no rio Auaiá-missu” (CM-0139, p. 3).
“Atração e pacificação” pela Fundação Brasil-Central / Expedição Roncador-Xingu em 1948 (CM-0139, p. 2). Eduardo Galvão publicou em 1952 “Breve Notícia sôbre os índios Jurúna” (Revista do Museu Paulista) — citado na bibliografia do artigo (CM-0139, p. 25).
O documento não menciona Cildo F. S. Meireles em relação aos Jurúna.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0139 |
1965-02 | p. 2-3, 20 | grupo marginal do Alto Xingu; pacificado 1948 | análise |
CM-0139_pagina_001.md a CM-0139_pagina_055.md (55 páginas, transcrição limpa — sem TXT) — GALVÃO, Eduardo; SIMÕES, Mário F. “Notícia Sôbre os Índios Txikão — Alto Xingu”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nova Série, Antropologia N.º 24. Belém: INPA/CNPq, fevereiro 1965. Acervo Cildo F. S. Meireles.