Obra de José Vieira Couto de Magalhães (1837-1898) sobre os povos da bacia do Araguaia, referenciada por Alberico em carta de 1963 a Cildo F. S. Meireles como fonte sobre os Karajá (“karaojis”), Xambivá e Javaé (“Javantes”), entre outros povos (CM-0094, p. 1). Alberico afirma ter lido o livro e encontrado “algo interessante”. Distinção da obra principal de Couto de Magalhães, “O Selvagem” (1876).
Alberico recomenda a obra diretamente a Cildo F. S. Meireles, sinalizando que contém dados históricos sobre os povos do Araguaia relevantes para a compreensão da questão Xavante. O texto da p. 2 de CM-0094 menciona Couto de Magalhães como uma das poucas fontes disponíveis sobre os Xavante: “a nao ser alguns dados esparsos colhidos por Couto de Magalhães e outros estudiosos do assunto” (CM-0094, p. 2).
Recomendado diretamente a Cildo F. S. Meireles por interlocutor que acompanhava as terras Xavante. Sugere que Couto de Magalhães era referência compartilhada entre indigenistas que atuavam no Brasil Central nos anos 1950-1960.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0094 |
1963-09-12 | p. 1, p. 2 | recomendada por Alberico a Cildo F. S. Meireles como fonte sobre Karajá, Xambivá, Javaé e Xavante | análise |
CM-0094_pagina_001.md e CM-0094_pagina_002.md (2 páginas, transcrição limpa — sem TXT) — ALBERICO [sobrenome não identificado]. Carta a Cildo F. S. Meireles + cópia da Lei nº 943/1956 de Mato Grosso. Manaus, 1963-09-12 [inferido]. Acervo Cildo F. S. Meireles.