Início1809
Fim1809
LocalTerritório Krahô (Goiás)

Resumo

O massacre de 1809 é o episódio mais antigo de violência contra os Krahô documentado neste corpus, referenciado por Cildo Meireles no memorial de 1949 como ponto de partida de um padrão histórico ininterrupto: “A história dos índios CRAÔS tem sido um rosário sem fim de massacres… Raríssima é a geração deles que não foi, assim, imolada!” (CM-0153, p. 8). O responsável é identificado nominalmente: “O mais remoto dos massacres, do meu conhecimento, data de 1809… Foi autor dele o facínora Manoel José da Assunção” (CM-0153, p. 8). Nenhum outro detalhe — número de vítimas, aldeia atingida, contexto imediato — é fornecido pelo documento.

Agentes, vítimas, testemunhas

Agentes / responsáveis

Vítimas

Desdobramentos e investigações

O massacre de 1809 é referenciado por Cildo exclusivamente como antecedente histórico — não há menção de inquérito, punição ou resposta institucional. Cildo o mobiliza para demonstrar que a dispersão dos Krahô em quatro aldeias autônomas é resposta racional a séculos de violência, não desorganização tribal (CM-0153, p. 8).

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A pesquisar
Contexto do massacre de 1809 (causa, localização, extensão); fontes primárias anteriores ao memorial de Cildo; se “Manoel José da Assunção” é identificado em outros documentos do corpus.

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0153 1949-01-17 p. 8 evento histórico referenciado; perpetrador: Manoel José da Assunção análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0153 - MEMORIAL_pagina_001.md a CM-0153 - MEMORIAL_pagina_023.md (23 páginas) — MEIRELES, Cildo. Memorial sobre a situação jurídica das terras da Craolândia. Curitiba, 1949-01-17. Acervo Cildo F. S. Meireles.