Cidade do Maranhão mencionada na defesa de Cildo F. S. Meireles no inquérito administrativo de 1952-1953 como local de residência de Antônio Leal, credor cujo nome aparece em conta descrita por Cildo como “apócrifa”, paga pelo Presidente da Comissão de Inquérito, Deocleciano de Sousa Nenê (CM-0159, p. 17).
A cidade de Carolina aparece no corpus exclusivamente como dado geográfico de localização de Antônio Leal — credor beneficiado por um pagamento feito por Deocleciano de Sousa Nenê à margem do processo regular. Cildo escreve que não conhecia “as razões íntimas” que induziram o Presidente da Comissão a saldar aquela conta (CM-0159, p. 17). O episódio é invocado como evidência de que o Presidente da Comissão agia em benefício próprio ou de terceiros durante o inquérito contra Cildo.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0159 |
1953-04-13 | p. 17 | local de residência de Antônio Leal, credor com conta apócrifa paga pelo Presidente da Comissão de Inquérito | análise |
CM-0159_pagina_001.md a CM-0159_pagina_021.md (21 páginas, source_md_only) — MEIRELES, Cildo Furtado Soares de. Defesa no Processo Administrativo SPI (Portaria 57/1952). Goiânia, 1953-04-13. Acervo Cildo F. S. Meireles.