Resumo

Afluente do Rio Paranaíba que, no corpus, aparece como o limite sul proposto por Mato Grosso na disputa de limites com Goiás. Adotado por Cândido Mendes de Almeida (Atlas do Império, 1868), Francisco Antônio Pimenta Bueno (carta de 1880), Theodoro Sampaio (Atlas dos Estados Unidos do Brasil, 1908) e Barão Homem de Mello (Atlas Escolar, 1912), o Rio Aporé é referido alternativamente como “Rio do Peixe” — “Aporé ou do Peixe” (CM-0151, p. 8) e “rio do Peixe ou Aporé” (CM-0151, p. 12).

Contexto geográfico

O Aporé forma, junto ao Rio Araguaia (norte), a linha de limites defendida por Mato Grosso com Goiás. O documento registra que “sempre esteve, sob jurisdição mattogrossense” a zona entre o Aporé e o Rio Correntes, excluída pelo traçado pelo Rio Aporé (CM-0151, p. 7, parágrafo final).

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Extensão do Rio Aporé. Relação com o atual Rio Aporé (limite GO-MS). O limite pelo Aporé foi finalmente adotado?

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0151 1919 p. 6, 7, 8, 10, 12 limite sul proposto para a fronteira Mato Grosso-Goiás; adotado por Cândido Mendes (1868), Pimenta Bueno (1880), Theodoro Sampaio (1908) e Barão Homem de Mello (1912); afluente do Paranaíba análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0151_pagina_001.md a CM-0151_pagina_012.md (12 páginas, transcrição limpa — sem TXT) — Delegação do Estado de Mato Grosso ao 6º Congresso Brasileiro de Geografia. Conferência de Limites Interestaduais — Limites entre Matto Grosso e Goyaz (Atlas). Rio de Janeiro: Imprensa Militar, 1919. Acervo Cildo F. S. Meireles.