Nascimento[s.d.]
Morte[s.d.]
Nacionalidadebrasileira

Resumo

Antônio Paes de Barros, referido como “Coronel Presidente do Estado”, governava Mato Grosso quando subscreveu o Ato nº 362, de 24 de abril de 1905, que reservou 9.000 hectares de terras no município do Rosário do Rio Acima (distrito de Diamantino) para o aldeamento dos índios Bacahyri, sob o comando do Capitão Reginaldo da Silva Nogueira (CM-0043, p. 5).

Trajetória

Presidência de Mato Grosso (c. 1905)

A patente de coronel e o cargo de presidente do estado indicam carreira militar com ascensão política. O Ato nº 362 foi exarado no “Palacio da Presidencia do Estado em Cuiabá” (CM-0043, p. 5). Demais dados biográficos não constam do corpus.

Atuação principal

  • Ato nº 362 (1905-04-24) — nomeou o agrimensor Afonso Rocha para medir e demarcar 9.000 ha reservados para os Bacahyri em Diamantino. Limites: norte pelo córrego Águas Claras, leste por linha ligando cabeceira do córrego Pilão às do Rio Novo, sul pelo córrego Santana e afluente Barreiro e córrego da Capoeira, oeste pelo Rio Novo (CM-0043, p. 5).

Relações

  • Profissionais: Capitão Reginaldo da Silva Nogueira — liderança Bacahyri reconhecida pelo governo estadual (CM-0043, p. 5).
  • Subordinados: Afonso Rocha — agrimensor nomeado para medição (CM-0043, p. 5).

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A pesquisar
Datas de nascimento e morte. Período de mandato como Presidente de Mato Grosso. Patente militar e origem da carreira.

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0043 1937 p. 2, 5 signatário do Ato nº 362 (1905) — autoridade, militar análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0043 - 0001_f.txt a CM-0043 - 0016_f.txt (16 páginas) — 6ª Inspetoria Regional do SPI. Relação dos atos oficiais reservando terras para os índios de Mato Grosso. Cuiabá, 1937. Acervo Cildo F. S. Meireles.