Afluente do Rio Tapajós, no alto curso deste. Na época da pesquisa de Las-Casas (1959/60), o rio Cururu era a localização de duas estruturas de intervenção sobre os grupos tribais: a Missão Franciscana do Cururu e um Posto Indígena do SPI que se encontrava extinto — restava “só havendo no local um funcionário subalterno do S.P.I., subordinado ao já referido pôsto Kayabí localizado no S. Manuel” (CM-0140, p. 11).
Os Mundurukú “campineiros” distribuíam-se também pelos rios Cadiriri, Cabitutu e Cabruá, afluentes adjacentes ao Cururu (CM-0140, p. 7). O mapa na p. 33 marca a “Missão do Cururu”.
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0140 |
1964-10 | p. 7, 11, 33 | localização da Missão Franciscana e do Posto SPI extinto; habitat dos Mundurukú campineiros | análise |
CM-0144 |
1964-10 | p. 7, 11 | mesma análise; segunda cópia no acervo | análise |
CM-0140_pagina_011.md e CM-0140_pagina_033.md (source_md_only) — LAS-CASAS, Roberto Décio de. “Índios e Brasileiros no Vale do Rio Tapajós”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, N.º 23. Belém, 1964-10.