Nascimento[s.d.]
Morte[s.d.]
Nacionalidadebrasileira

Resumo

O General Dr. Caetano Manoel de Faria e Albuquerque era Presidente do Estado de Mato Grosso em 3 de setembro de 1917, quando subscreveu o Decreto nº 401, reservando 3.600 hectares de terras no município de Ponta Porã para a colônia de índios do Distrito de Dourados — área que se tornaria o Posto Indígena Francisco Horta (CM-0043, p. 7). O decreto fundou-se na autorização do artigo 20 do Decreto nº 130, de 4 de junho de 1902 (CM-0043, p. 7). Até 1937, a medição dessa área ainda não havia sido procedida (CM-0043, p. 7).

Trajetória

Presidência de Mato Grosso (c. 1917)

O título de General e Doutor indica carreira militar e formação acadêmica. Assinou o decreto no Palácio da Presidência em Cuiabá, no 272º ano da República (CM-0043, p. 7). Co-assinou Conrado Ericksen Filho (CM-0043, p. 7). Demais dados biográficos não constam do corpus.

Atuação principal

  • Decreto nº 401 (1917-09-03) — reservou 3.600 ha no município de Ponta Porã para colônia de índios de Dourados. Limites: sul pelo córrego Saltinho (que separa de outra área reservada para o patrimônio de Dourados), demais confrontações com São Domingos (CM-0043, p. 7).

Relações

  • Subordinados: Conrado Ericksen Filho — co-signatário do decreto (CM-0043, p. 7).

Páginas relacionadas

A pesquisar
Datas de nascimento e morte. Período de mandato como Presidente de Mato Grosso. Formação acadêmica (“Dr.”). Patente militar (General).

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0043 1937 p. 2, 7 signatário do Decreto nº 401 (1917) — militar, autoridade análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0043 - 0001_f.txt a CM-0043 - 0016_f.txt (16 páginas) — 6ª Inspetoria Regional do SPI. Relação dos atos oficiais reservando terras para os índios de Mato Grosso. Cuiabá, 1937. Acervo Cildo F. S. Meireles.