A Empresa Colonizadora “Planta Juquiá” recebeu do Estado de Santa Catarina terras medidas e demarcadas no distrito de Goio-Xim (antigo Juquiá), nas quais, em 1951, três comunidades indígenas do Toldo de Imbira Branca viviam sem qualquer documento fundiário próprio — “os indios nada possuem de terras ali” (CM-0065, p. 3). A empresa é mencionada no levantamento da 7ª I.R. apenas como contexto da irregularidade fundiária dos índios, não como agente ativo de esbulho.
Em 1951, as terras medidas e cedidas pelo Estado à Colonizadora “Planta Juquiá” abrigavam três comunidades indígenas (toldos do Barreiro, Pinhal e Anta Gorda). O levantamento não registra conflito direto entre a empresa e os índios — a situação é de coexistência sem regularização fundiária para os indígenas (CM-0065, p. 3).
| Código | Data | Pinpoint | Correlação | Registro |
|---|---|---|---|---|
CM-0065 |
1951-05-04 | p. 3 | recebeu do Estado as terras do distrito de Goio-Xim (SC) onde está o Toldo de Imbira Branca; três comunidades indígenas vivem nessas terras sem título próprio | análise |
CM-0065_pagina_001.md a CM-0065_pagina_003.md (3 páginas) — [s.a.]. Levantamento das terras indígenas pendentes de solução e legalização — 7ª Inspetoria Regional do SPI. Curitiba, 1951-05-04. Acervo Cildo F. S. Meireles.