Nascimento[s.d.]
Morte[s.d.]
Nacionalidadebrasileira

Resumo

Indigenista e historiador, Alípio Bandeira foi associado à tradição de defesa dos povos indígenas no Brasil. Em 1961, foi evocado por Tasso Villares de Aquião na galeria de heróis do indigenismo: “a causa… defendida com tanto ardor por TEIXEIRA MENDES, GONÇALVES DIAS, COUTO MAGALHÃES, ALÍPIO BANDEIRA, ROQUETTE PINTO e outros” (CM-0037, p. 4). Sua inclusão ao lado de figuras como Teixeira Mendes e Roquette-Pinto indica reconhecimento entre os servidores do SPI como autoridade na história e na defesa dos povos indígenas.

Trajetória

[A confirmar por fontes externas — o único documento do corpus que o menciona (CM-0037) não fornece dados biográficos. É provável que sua obra como historiador tenha documentado a atuação indigenista ou a história dos povos originários, justificando sua presença no panteão citado pelo missivista.]

Recepção e influência

A menção em 1961 (CM-0037, p. 4) atesta que o nome de Alípio Bandeira permanecia como referência para os funcionários do SPI preocupados com a causa indígena, ao lado de figuras de maior projeção nacional.

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A pesquisar
A menção no corpus é única (CM-0037, p. 4). Datas de nascimento e morte, naturalidade, produção historiográfica e vínculo institucional com o SPI são desconhecidos com base exclusiva no corpus. Dados biográficos precisam ser buscados em fontes externas. Se Alípio Bandeira teve relação direta com a Craolândia ou com Cildo F. S. Meireles, não está documentado.

Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0037 1961-04-07 p. 4 citado na galeria de heróis do indigenismo análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0037 - 0001_f.txt a CM-0037 - 0004_f.txt (4 páginas) — [provável] AQUIÃO, Tasso Villares de. Carta ao Diretor do SPI sobre a situação da Craolândia. Brasília, DF, 1961-04-07. Acervo Cildo F. S. Meireles.