Resumo

Índia identificada no corpus apenas pelo nome, sem etnia especificada. Aparece em carta pública de José M. Gama Malcher ao jornal Última Hora (c. 1958) como a mulher que se casou com o sertanista Aires Cunha — casamento ao qual o CNPI se opôs (5 de 6 Conselheiros), incluindo Gama Malcher, “tendo tomado essa posição por respeito ao cargo que ocupa” (CM-0149, p. 10). O episódio circulou na imprensa e mobilizou o CNPI como instância de deliberação sobre casamentos interétnicos — evidência do papel tutelar que o Estado exercia sobre a vida dos povos indígenas no período. O nome de Diacuí aparece no documento mas não há informações sobre sua voz ou posição no episódio.

A pesquisar
Etnia, origem e trajetória de Diacuí não documentadas em CM-0149. O documento apresenta o episódio do ponto de vista de Gama Malcher, sem informações sobre a perspectiva da própria Diacuí. A data do casamento também não consta.

Atuação principal

  • Casou-se com o sertanista Aires Cunha; o CNPI se opôs formalmente (CM-0149, p. 10)

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Apêndice — registros de documento

Código Data Pinpoint Correlação Registro
CM-0149 [c. 1958] p. 10 índia; casou-se com o sertanista Aires Cunha; CNPI foi contra o casamento análise

Fontes citadas nesta página

  • CM-0149_pagina_010.md (1 página, transcrição limpa — sem TXT) — [recorte]. “Gama Malcher: ‘Não Pleiteio a Direção do Serviço de Índios'”. Última Hora, [c. fev. 1958]. Acervo Cildo F. S. Meireles.